<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>amor-próprio Archives - Márcia Lasmar</title>
	<atom:link href="https://marcialasmar.com.br/palavras-chaves/amor-proprio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://marcialasmar.com.br/palavras-chaves/amor-proprio/</link>
	<description>Uma Vida com Sentido</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 15:26:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cropped-favicon-ml2.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>amor-próprio Archives - Márcia Lasmar</title>
	<link>https://marcialasmar.com.br/palavras-chaves/amor-proprio/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">255625239</site>	<item>
		<title>Seja gentil com você: por que nos tratamos pior do que tratamos os outros?</title>
		<link>https://marcialasmar.com.br/autocompaixao-ser-gentil-com-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente e Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[amor-próprio]]></category>
		<category><![CDATA[autocompaixão]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autocrítica]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar emocional]]></category>
		<category><![CDATA[como diminuir a autocrítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Kristin Neff]]></category>
		<category><![CDATA[mente e emoções]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[ser gentil consigo mesmo]]></category>
		<category><![CDATA[vida com sentido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcialasmar.com.br/?p=1677</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se uma pessoa que você ama cometesse um erro, provavelmente você não diria que ela é um fracasso. Se estivesse cansada, talvez dissesse para descansar. Se estivesse passando por um momento difícil, lembraria que aquilo iria passar. Se tentasse alguma coisa e não conseguisse, provavelmente diria: “Tudo bem. Você fez...</p>
<p>The post <a href="https://marcialasmar.com.br/autocompaixao-ser-gentil-com-voce/">Seja gentil com você: por que nos tratamos pior do que tratamos os outros?</a> appeared first on <a href="https://marcialasmar.com.br">Márcia Lasmar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se uma pessoa que você ama cometesse um erro, provavelmente você não diria que ela é um fracasso.</p>
<p>Se estivesse cansada, talvez dissesse para descansar.</p>
<p>Se estivesse passando por um momento difícil, lembraria que aquilo iria passar.</p>
<p>Se tentasse alguma coisa e não conseguisse, provavelmente diria: “Tudo bem. Você fez o que podia.”</p>
<p>Curiosamente, quando somos nós que erramos, a conversa costuma ser bem diferente.</p>
<p>“Como pude fazer isso?”</p>
<p>“Eu deveria ter percebido.”</p>
<p>“Eu nunca consigo.”</p>
<p>“Preciso dar conta.”</p>
<p>Somos capazes de oferecer compreensão aos outros e, ao mesmo tempo, manter dentro da própria cabeça um crítico trabalhando em tempo integral.</p>
<p>Talvez esteja na hora de rever essa relação.</p>
<h2>A maneira como falamos conosco importa</h2>
<p>Existe uma diferença entre reconhecer um erro e transformar o erro em identidade.</p>
<p>“Eu errei” descreve uma situação.</p>
<p>“Eu sou um fracasso” condena uma pessoa inteira.</p>
<p>Ainda assim, fazemos essa troca com enorme facilidade.</p>
<p>Quando um amigo fracassa em alguma coisa, conseguimos enxergar o contexto: ele estava cansado, estava aprendendo, tomou uma decisão ruim ou simplesmente teve um dia difícil.</p>
<p>Quando acontece conosco, frequentemente ignoramos todas essas circunstâncias e partimos para o julgamento.</p>
<p>Essa voz interior repetida diariamente influencia a maneira como percebemos nossas capacidades, nossos erros e até aquilo que acreditamos merecer.</p>
<p>Por isso, cuidar da saúde emocional também envolve prestar atenção à forma como conversamos conosco.</p>
<h2>Autocompaixão não significa passar a mão na própria cabeça</h2>
<p>A pesquisadora Kristin Neff, uma das principais referências no estudo da autocompaixão, descreve o conceito a partir de três elementos: gentileza consigo mesmo, reconhecimento de que dificuldades fazem parte da experiência humana e capacidade de observar pensamentos e emoções sem ser completamente dominado por eles.</p>
<p>Em outras palavras, autocompaixão não significa dizer que tudo está certo.</p>
<p>Significa não precisar se destruir para reconhecer que alguma coisa deu errado.</p>
<p>Você pode admitir:</p>
<p>“Eu errei e preciso corrigir.”</p>
<p>Sem acrescentar:</p>
<p>“Eu sou péssima.”</p>
<p>Pode reconhecer:</p>
<p>“Eu poderia ter feito melhor.”</p>
<p>Sem concluir:</p>
<p>“Eu nunca faço nada direito.”</p>
<p>Existe responsabilidade nas duas primeiras frases.</p>
<p>Nas outras, existe punição.</p>
<p>E punição não é necessariamente uma boa professora.</p>
<h2>Por que somos tão duros conosco?</h2>
<p>Parte dessa cobrança nasce de uma ideia bastante difundida: acreditamos que ser exigente conosco nos fará melhores.</p>
<p>Então nos pressionamos.</p>
<p>Criticamos.</p>
<p>Comparamos.</p>
<p>Exigimos perfeição.</p>
<p>Como se uma voz severa dentro da cabeça fosse indispensável para continuarmos avançando.</p>
<p>No entanto, existe outra possibilidade: melhorar porque nos respeitamos, e não porque nos desprezamos.</p>
<p>Pense em uma criança aprendendo a andar.</p>
<p>Ela cai inúmeras vezes.</p>
<p>Ninguém olha para aquele bebê e diz:</p>
<p>“Você caiu novamente? Definitivamente não nasceu para isso.”</p>
<p>Nós o incentivamos a levantar.</p>
<p>Talvez adultos também precisem aprender dessa maneira.</p>
<h2>Fale com você como falaria com alguém que ama</h2>
<p>Existe um exercício simples para perceber o tamanho da nossa autocrítica.</p>
<p>Na próxima vez que cometer um erro, observe o que você diz mentalmente.</p>
<p>Depois faça uma pergunta:</p>
<p><strong>Eu falaria dessa maneira com alguém que amo?</strong></p>
<p>Se a resposta for não, talvez você também não mereça ouvir isso.</p>
<p>Isso não significa abandonar a disciplina, os objetivos ou a responsabilidade. Pelo contrário. Podemos dizer a verdade sem crueldade.</p>
<p>“Você precisa organizar isso.”</p>
<p>“Essa escolha não foi boa.”</p>
<p>“Vamos tentar novamente.”</p>
<p>“Hoje não deu certo.”</p>
<p>“Você precisa descansar.”</p>
<p>Existe firmeza nessas frases.</p>
<p>Mas também existe respeito.</p>
<h2>Você não precisa merecer descanso</h2>
<p>Outro sinal da maneira como nos tratamos aparece na relação com o descanso.</p>
<p>Muitas pessoas acreditam que precisam terminar tudo antes de parar.</p>
<p>O problema é que tudo nunca termina.</p>
<p>Sempre existe uma mensagem para responder, alguma coisa para organizar, uma meta para alcançar ou um problema para resolver.</p>
<p>Consequentemente, o descanso se transforma em prêmio.</p>
<p>Só posso descansar quando produzir o suficiente.</p>
<p>Só posso desacelerar quando resolver tudo.</p>
<p>Só posso cuidar de mim depois de cuidar de todos.</p>
<p>Talvez seja necessário lembrar de algo mais simples: seres humanos precisam descansar porque são seres humanos.</p>
<p>Não porque terminaram a lista.</p>
<h2>Nem todo dia precisa ser extraordinário</h2>
<p>Também precisamos aceitar que haverá dias em que seremos menos produtivos, menos pacientes e menos animados.</p>
<p>Dias comuns.</p>
<p>Dias difíceis.</p>
<p>Dias em que alguma coisa dará errado.</p>
<p>Uma boa vida não exige uma versão extraordinária de nós mesmos todos os dias.</p>
<p>Exige apenas que continuemos.</p>
<p>Às vezes avançando.</p>
<p>Às vezes descansando.</p>
<p>Às vezes recomeçando.</p>
<p>E, principalmente, sem transformar cada tropeço em uma sentença sobre quem somos.</p>
<h2>Experimente mudar uma frase</h2>
<p>Da próxima vez que pensar:</p>
<p>“Eu deveria estar melhor.”</p>
<p>Experimente:</p>
<p><strong>“Estou fazendo o melhor que consigo com os recursos que tenho hoje.”</strong></p>
<p>Quando pensar:</p>
<p>“Eu estraguei tudo.”</p>
<p>Talvez seja mais verdadeiro dizer:</p>
<p><strong>“Eu errei. O que posso fazer agora?”</strong></p>
<p>E quando a vida estiver especialmente difícil, imagine por alguns segundos que quem estivesse vivendo exatamente aquela situação fosse alguém que você ama.</p>
<p>O que você diria?</p>
<p>Talvez oferecesse paciência.</p>
<p>Talvez compreensão.</p>
<p>Talvez dissesse para essa pessoa não desistir de si mesma.</p>
<p>Então existe uma última pergunta:</p>
<p><strong>Por que você deveria receber menos gentileza do que oferece a todo mundo?</strong></p>
<p>Ser gentil consigo não significa desistir de melhorar.</p>
<p>Significa escolher não se maltratar enquanto melhora.</p>
<p>E talvez uma vida com mais sentido também comece assim: fazendo da nossa própria mente um lugar um pouco mais gentil para viver.</p>
<p>The post <a href="https://marcialasmar.com.br/autocompaixao-ser-gentil-com-voce/">Seja gentil com você: por que nos tratamos pior do que tratamos os outros?</a> appeared first on <a href="https://marcialasmar.com.br">Márcia Lasmar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1677</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
