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	<title>Bem-estar Archives - Márcia Lasmar</title>
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	<title>Bem-estar Archives - Márcia Lasmar</title>
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		<title>Bom humor e qualidade de vida: por que levar a vida um pouco menos a sério pode fazer tão bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:57:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bom humor pode aliviar tensões, aproximar pessoas e tornar os dias mais leves. E essa relação entre bom humor e qualidade de vida nos lembra que prosperidade também é saber desfrutar a vida que estamos construindo. Tem gente que entra em uma sala e parece diminuir o peso do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O bom humor pode aliviar tensões, aproximar pessoas e tornar os dias mais leves. E essa relação entre bom humor e qualidade de vida nos lembra que prosperidade também é saber desfrutar a vida que estamos construindo.</strong></p>
<p>Tem gente que entra em uma sala e parece diminuir o peso do ambiente.</p>
<p>Não porque tenha uma vida perfeita. Não porque nunca tenha problemas. Mas porque desenvolveu uma habilidade que, em tempos excessivamente sérios, talvez esteja sendo subestimada: <strong>saber rir. Inclusive de si mesmo.</strong></p>
<p>O bom humor costuma ser tratado como característica de personalidade. Algumas pessoas “nasceram engraçadas”, outras não.</p>
<p>Mas talvez exista outra maneira de olhar para ele.</p>
<p>Humor também pode ser uma forma de inteligência emocional.</p>
<p>É a capacidade de perceber que nem tudo precisa ganhar o tamanho que nossa cabeça costuma dar às coisas.</p>
<p>O café derramou.</p>
<p>O trânsito parou.</p>
<p>Você esqueceu alguma coisa em casa.</p>
<p>O plano não saiu exatamente como imaginava.</p>
<p>Nada disso é agradável. Mas também não precisa necessariamente estragar o restante do dia.</p>
<p>Entre o acontecimento e a maneira como reagimos a ele existe um pequeno espaço.</p>
<p>E, às vezes, cabe uma risada ali.</p>
<p><strong data-start="497" data-end="538">E há ciência por trás dessa sensação.</strong> <a href="https://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/stress-management/in-depth/stress-relief/art-20044456?utm_source=chatgpt.com">Segundo a Mayo Clinic</a>, rir pode ativar e depois aliviar a resposta do organismo ao estresse, além de estimular a circulação e favorecer o relaxamento muscular. A instituição ressalta que o bom humor não resolve todos os problemas, mas pode funcionar como uma ferramenta simples para tornar momentos de tensão um pouco mais leves.</p>
<h2>Bom humor e qualidade de vida não significam ignorar os problemas</h2>
<p>Existe uma diferença enorme entre bom humor e positividade forçada.</p>
<p>A vida tem perdas, preocupações, frustrações e dias realmente difíceis. Fingir felicidade diante deles não torna ninguém emocionalmente mais saudável.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1681 alignleft" src="https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=480%2C320&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=280%2C186&amp;ssl=1 280w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=960%2C640&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?resize=585%2C390&amp;ssl=1 585w, https://i0.wp.com/marcialasmar.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-31-de-ago.-de-2026-11_34_14.webp?w=1536&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Bom humor é outra coisa.</p>
<p>É conseguir reconhecer a dificuldade sem entregar a ela todo o espaço disponível.</p>
<p>É dizer:</p>
<p><strong>“Isso deu muito errado.”</strong></p>
<p>E, algum tempo depois, conseguir acrescentar:</p>
<p><strong>“Mas você precisava ter visto a cena.”</strong></p>
<p>Talvez essa seja uma das formas mais bonitas de resiliência.</p>
<p>O problema continua sendo problema.</p>
<p>Só deixa de ocupar a casa inteira.</p>
<h2>Pessoas bem-humoradas podem tornar a vida mais leve</h2>
<p>Pense nas pessoas com quem você gosta de estar.</p>
<p>Provavelmente algumas delas têm uma característica em comum: depois de encontrá-las, você se sente um pouco melhor.</p>
<p>Elas não precisam contar piadas.</p>
<p>Talvez apenas consigam enxergar graça nas situações cotidianas.</p>
<p>Riem dos próprios erros.</p>
<p>Não transformam pequenos inconvenientes em grandes conflitos.</p>
<p>Sabem conversar sobre assuntos sérios sem fazer da vida uma reunião permanente de problemas.</p>
<p>Esse tipo de pessoa oferece algo extremamente valioso aos outros:</p>
<p><strong>leveza.</strong></p>
<p>E leveza não significa superficialidade.</p>
<p>É perfeitamente possível ser profundo sem ser pesado.</p>
<h2>Saber rir de si mesmo é uma espécie de liberdade</h2>
<p>Talvez uma das maiores demonstrações de segurança seja não precisar parecer impecável o tempo inteiro.</p>
<p>Errar uma palavra.</p>
<p>Tropeçar.</p>
<p>Esquecer um nome.</p>
<p>Fazer uma escolha ruim.</p>
<p>Descobrir que estava completamente errado sobre alguma coisa.</p>
<p>Quando precisamos proteger constantemente a imagem que construímos de nós mesmos, qualquer pequeno erro vira ameaça.</p>
<p>Quando aprendemos a rir um pouco das nossas próprias imperfeições, alguma coisa relaxa.</p>
<p>Não precisamos vencer todas as discussões.</p>
<p>Não precisamos parecer inteligentes o tempo inteiro.</p>
<p>Não precisamos ter resposta para tudo.</p>
<p>Podemos simplesmente ser humanos &#8211; e isso também passa por aprender a <a href="https://marcialasmar.com.br/autocompaixao-ser-gentil-com-voce/">ser gentil com nós mesmos</a>!</p>
<p>E isso é libertador.</p>
<h2>A vida adulta ficou séria demais?</h2>
<p>Existe uma curiosidade na maneira como crescemos.</p>
<p>Quando crianças, brincamos sem precisar justificar a utilidade da brincadeira.</p>
<p>Depois, a vida vai ficando cheia de metas, compromissos, contas, notificações, produtividade e responsabilidades.</p>
<p>Até o lazer ganha objetivo.</p>
<p>Caminhamos para melhorar a saúde.</p>
<p>Lemos para aprender.</p>
<p>Viajamos para “aproveitar bem”.</p>
<p>Fotografamos para registrar.</p>
<p>Descansamos para produzir melhor depois.</p>
<p>Talvez estejamos precisando recuperar algumas coisas que <strong>não servem para absolutamente nada além de tornar a vida agradável</strong>.</p>
<p>Conversar besteira.</p>
<p>Dançar mal.</p>
<p>Assistir a alguma coisa engraçada.</p>
<p>Brincar com o cachorro.</p>
<p>Mandar uma bobagem para um amigo.</p>
<p>Rir até a barriga doer.</p>
<p>Uma boa vida também é feita dessas coisas.</p>
<h2>A relação entre bom humor e qualidade de vida</h2>
<p>O bom humor não precisa estar restrito aos momentos em que tudo dá certo.</p>
<p>Ele também aparece na maneira como interpretamos pequenos contratempos, convivemos com nossas imperfeições e nos relacionamos com as pessoas ao redor.</p>
<p>Isso não significa transformar tristeza em piada ou fugir de sentimentos difíceis.</p>
<p>Significa permitir que a alegria também tenha espaço.</p>
<p>Uma vida emocionalmente rica não é aquela em que estamos felizes o tempo inteiro.</p>
<p>É aquela em que conseguimos experimentar diferentes emoções sem permitir que os problemas apaguem completamente nossa capacidade de perceber aquilo que ainda é bom.</p>
<p>Talvez seja justamente aí que <strong>bom humor e qualidade de vida</strong> se encontrem: na possibilidade de atravessar a realidade sem perder a capacidade de desfrutá-la.</p>
<h2>Prosperidade também é ter espaço para alegria</h2>
<p>Durante muito tempo associamos prosperidade àquilo que conseguimos acumular.</p>
<p>Dinheiro.</p>
<p>Patrimônio.</p>
<p>Conquistas.</p>
<p>Status.</p>
<p>Mas existe uma riqueza que dificilmente aparece em extratos bancários.</p>
<p>Ter pessoas com quem rir.</p>
<p>Ter tempo para uma conversa sem pressa.</p>
<p>Chegar em casa e gostar do ambiente que encontrou.</p>
<p>Ter histórias engraçadas para contar.</p>
<p>Não precisar transformar cada pequeno contratempo em sofrimento.</p>
<p>Conseguir desfrutar aquilo que já conquistou.</p>
<p>Porque existe uma ironia em passar décadas construindo uma vida melhor e não desenvolver a capacidade de <strong>aproveitar a vida enquanto ela acontece</strong>.</p>
<h2>Talvez uma vida boa seja também uma vida divertida</h2>
<p>Precisamos falar de responsabilidade financeira.</p>
<p>Precisamos organizar a casa.</p>
<p>Cuidar da saúde.</p>
<p>Construir patrimônio.</p>
<p>Pensar no futuro.</p>
<p>Tudo isso importa.</p>
<p>Mas prosperidade não pode virar apenas mais uma lista de obrigações para cumprir perfeitamente.</p>
<p>A finalidade de colocar a vida em ordem é justamente criar espaço para vivê-la.</p>
<p>E viver inclui coisas aparentemente pequenas:</p>
<p>uma mesa cheia de gente querida.</p>
<p>Uma história repetida pela centésima vez.</p>
<p>Uma gargalhada inesperada.</p>
<p>Uma viagem que deu errado e virou uma ótima história.</p>
<p>Um domingo sem produtividade alguma.</p>
<p>Talvez, no fim, algumas das pessoas mais prósperas que conhecemos não sejam necessariamente aquelas que possuem mais.</p>
<p>São aquelas que, mesmo conhecendo perfeitamente o peso da vida, <strong>ainda conseguem encontrar nela motivos para sorrir.</strong></p>
<p>E isso também é riqueza.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Musculação e longevidade: o que a ciência realmente diz sobre o exercício ideal para viver mais e melhor?</title>
		<link>https://marcialasmar.com.br/musculacao-e-longevidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, a musculação foi vista apenas como uma atividade voltada para a estética. Ganhar músculos, definir o corpo e melhorar a aparência pareciam ser seus únicos objetivos. Hoje, porém, a ciência mostra que levantar pesos vai muito além da estética: a musculação é uma das ferramentas mais poderosas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muito tempo, a musculação foi vista apenas como uma atividade voltada para a estética. Ganhar músculos, definir o corpo e melhorar a aparência pareciam ser seus únicos objetivos. Hoje, porém, a ciência mostra que levantar pesos vai muito além da estética: a musculação é uma das ferramentas mais poderosas para aumentar a longevidade e preservar a saúde física e mental.</p>
<p>Mas afinal, qual é a frequência ideal? É necessário fazer exercícios aeróbicos? Como deve ser um treino pensado para a saúde e não apenas para a aparência?</p>
<p>A resposta está no equilíbrio.</p>
<h2>A musculação não fortalece apenas os músculos</h2>
<p>A partir dos 30 anos, perdemos naturalmente entre 3% e 8% da massa muscular por década. Esse processo, chamado sarcopenia, acelera após os 60 anos e está associado ao aumento do risco de quedas, fraturas, perda da independência e doenças crônicas.</p>
<p>Diversos estudos mostram que a musculação é capaz de:</p>
<ul>
<li>preservar a massa muscular;</li>
<li>fortalecer os ossos;</li>
<li>reduzir o risco de osteoporose;</li>
<li>melhorar a sensibilidade à insulina;</li>
<li>controlar a glicemia;</li>
<li>diminuir o colesterol;</li>
<li>reduzir a pressão arterial;</li>
<li>proteger a função cerebral;</li>
<li>melhorar o humor e a qualidade do sono.</li>
</ul>
<p>Em outras palavras, construir músculos é também construir saúde.</p>
<h2>Qual é a frequência ideal?</h2>
<p>As principais organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde e o Colégio Americano de Medicina Esportiva, recomendam pelo menos <strong>duas sessões semanais de treinamento de força</strong>.</p>
<p>No entanto, para obter benefícios mais expressivos, especialmente após os 40 anos, a maioria dos especialistas sugere entre <strong>três e quatro sessões por semana</strong>.</p>
<p>Uma divisão simples pode ser:</p>
<ul>
<li>segunda-feira: membros inferiores;</li>
<li>terça-feira: membros superiores;</li>
<li>quinta-feira: membros inferiores;</li>
<li>sexta-feira: membros superiores.</li>
</ul>
<p>O mais importante não é treinar todos os dias, mas permitir que o corpo tenha tempo para se recuperar.</p>
<h2>Musculação ou Cardio: qual é melhor para o coração?</h2>
<p>A resposta da ciência é clara: os dois são importantes. E os dois devem ser feitos com a mesma dedicação. Meu cardiologista uma vez me disse em consulta que musculação e cardio deve ser tratado como dois filhos: qual você ama mais? pois é&#8230; dedicação aos dois.</p>
<p>Durante muitos anos, acreditou-se que apenas a corrida e a caminhada protegiam o coração. Hoje sabemos que a musculação também reduz significativamente o risco cardiovascular.</p>
<p>No entanto, o melhor resultado acontece quando os exercícios de força são combinados com atividades aeróbicas.</p>
<p>O treinamento cardiovascular ajuda a:</p>
<ul>
<li>fortalecer o coração;</li>
<li>melhorar a circulação;</li>
<li>aumentar a capacidade pulmonar;</li>
<li>reduzir a pressão arterial;</li>
<li>controlar o colesterol;</li>
<li>diminuir a inflamação.</li>
</ul>
<p>Já a musculação protege músculos, ossos e metabolismo.</p>
<p>Não é uma disputa entre musculação e cardio. A verdadeira saúde nasce da combinação dos dois.</p>
<h2>Quanto cardio devemos fazer?</h2>
<p>Para a saúde cardiovascular, as recomendações científicas sugerem:</p>
<ul>
<li>entre 150 e 300 minutos semanais de atividade moderada, como caminhada rápida;</li>
<li>ou entre 75 e 150 minutos de atividade intensa, como corrida ou bicicleta.</li>
</ul>
<p>Na prática, isso significa:</p>
<ul>
<li>trinta minutos de caminhada cinco vezes por semana;</li>
<li>ou vinte minutos de bicicleta após a musculação;</li>
<li>ou sessões curtas de HIIT duas ou três vezes por semana.</li>
</ul>
<p>Não é necessário correr maratonas para proteger o coração.</p>
<h2>Como deve ser um treino voltado para a longevidade?</h2>
<p>Um treino pensado para a saúde precisa trabalhar cinco pilares fundamentais:</p>
<h3>1. Força</h3>
<p>Exercícios como agachamento, remada, supino e levantamento terra ajudam a preservar a musculatura e os ossos.</p>
<h3>2. Resistência cardiovascular</h3>
<p>Caminhada, bicicleta, corrida e natação fortalecem o coração.</p>
<h3>3. Mobilidade</h3>
<p>Alongamentos e exercícios de mobilidade ajudam a preservar a amplitude dos movimentos e prevenir lesões.</p>
<h3>4. Equilíbrio</h3>
<p>Treinos de estabilidade reduzem o risco de quedas, principalmente após os 60 anos.</p>
<h3>5. Recuperação</h3>
<p>Dormir bem e respeitar os períodos de descanso são parte essencial do treinamento.</p>
<h2>O exercício ideal é aquele que você consegue manter</h2>
<p>Existe uma tendência de buscar o treino perfeito, a dieta perfeita e a rotina perfeita. Mas a ciência mostra que a consistência é muito mais importante do que a perfeição.</p>
<p>Não é a intensidade de uma única semana que transforma a saúde, mas a soma de pequenas escolhas repetidas ao longo dos anos.</p>
<p>Caminhar três vezes por semana é melhor do que treinar intensamente durante um mês e desistir depois.</p>
<p>Levantar pesos regularmente é mais importante do que procurar atalhos.</p>
<p>No fim das contas, a longevidade não é construída por grandes feitos, mas pelos hábitos que escolhemos repetir todos os dias.</p>
<p>Porque viver mais é importante, mas viver com força, autonomia e disposição é ainda mais valioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Descubra as principais lições de Anne with an E sobre propósito, pertencimento, autenticidade e a coragem de ser quem você é.</title>
		<link>https://marcialasmar.com.br/anne-with-an-e-licoes-sobre-proposito-e-pertencimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas séries nos entretêm. Outras nos transformam. Anne with an E pertence ao segundo grupo. Baseada no clássico &#8220;Anne de Green Gables&#8221;, a produção acompanha a história de Anne Shirley, uma menina órfã, inteligente e sonhadora, que chega por engano à pequena cidade de Avonlea, no Canadá, no final do...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas séries nos entretêm. Outras nos transformam. <em>Anne with an E</em> pertence ao segundo grupo.</p>
<p>Baseada no clássico <strong>&#8220;Anne de Green Gables&#8221;</strong>, a produção acompanha a história de Anne Shirley, uma menina órfã, inteligente e sonhadora, que chega por engano à pequena cidade de Avonlea, no Canadá, no final do século XIX. Com sua imaginação inesgotável e sua forma única de enxergar o mundo, Anne desafia costumes, questiona preconceitos e ensina que a verdadeira riqueza da vida está na capacidade de permanecer fiel a si mesmo.</p>
<p>Mais do que uma série sobre infância, <em>Anne with an E</em> é uma reflexão profunda sobre pertencimento, identidade e a busca por significado.</p>
<h2>O poder de ser diferente</h2>
<p>Desde os primeiros episódios, Anne enfrenta o sentimento de não se encaixar. Sua personalidade intensa, sua curiosidade e sua sensibilidade muitas vezes são vistas como defeitos por aqueles que a cercam.</p>
<p>A série nos lembra que aquilo que nos torna diferentes também pode ser a nossa maior força.</p>
<p>Em um mundo que constantemente tenta nos moldar, Anne nos convida a fazer uma pergunta importante: até que ponto estamos vivendo de acordo com quem realmente somos?</p>
<h2>A importância das conexões humanas</h2>
<p>Outro tema central da história é a necessidade de pertencimento. Anne passou a vida inteira procurando um lugar para chamar de lar, mas descobre que família não é apenas uma questão de sangue: é sobre afeto, acolhimento e vínculos construídos ao longo do tempo.</p>
<p>A série mostra que uma vida significativa é construída por meio das relações que cultivamos e das pessoas que escolhem caminhar ao nosso lado.</p>
<h2>Coragem para questionar</h2>
<p><em>Anne with an E</em> também aborda temas como preconceito, desigualdade, bullying, direitos das mulheres e aceitação. Mesmo vivendo em uma época marcada por rígidas normas sociais, Anne não tem medo de questionar aquilo que considera injusto.</p>
<p>Sua coragem nos lembra que transformar o mundo começa, muitas vezes, com a disposição de fazer perguntas difíceis e defender aquilo em que acreditamos.</p>
<h2>Encontrando beleza nas pequenas coisas</h2>
<p>Talvez a maior lição da série seja a capacidade de encontrar encanto no cotidiano. Anne transforma paisagens comuns em cenários extraordinários, valoriza amizades sinceras e enxerga poesia onde muitos enxergam apenas rotina.</p>
<p>Em tempos de pressa e excesso de informações, <em>Anne with an E</em> nos convida a desacelerar e perceber que uma vida feliz não é construída apenas por grandes acontecimentos, mas também pelas pequenas alegrias de todos os dias.</p>
<h2>Vale a pena assistir?</h2>
<p>Mais do que uma série, <em>Anne with an E</em> é um convite para refletir sobre quem somos, sobre o que realmente importa e sobre a importância de preservar nossa essência, mesmo diante das dificuldades.</p>
<p>No fim das contas, a história de Anne nos ensina que uma vida com sentido não depende de ser perfeito ou extraordinário. Ela nasce da coragem de ser autêntico, de cultivar boas relações e de encontrar beleza nas pequenas escolhas do dia a dia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A vida é feita de possibilidades, desde que tenhamos coragem de enxergá-las.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Anne with an E</em> é uma lembrança delicada de que, às vezes, a maior aventura da vida é simplesmente aprender a ser quem somos.  Você assiste no Netflix</p>
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		<title>Medicamento sem hormônios traz qualidade de vida para mulheres que enfrentam os calores da menopausa após o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitos anos, milhares de mulheres que venceram o câncer de mama tiveram que conviver com um dilema difícil: controlar os intensos calores da menopausa ou evitar qualquer tratamento hormonal que pudesse aumentar riscos relacionados ao câncer. Agora, uma boa notícia começa a mudar essa realidade. A Anvisa aprovou recentemente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por muitos anos, milhares de mulheres que venceram o câncer de mama tiveram que conviver com um dilema difícil: controlar os intensos calores da menopausa ou evitar qualquer tratamento hormonal que pudesse aumentar riscos relacionados ao câncer.</p>
<p>Agora, uma boa notícia começa a mudar essa realidade.</p>
<p>A Anvisa aprovou recentemente no Brasil o <strong>Veoza® (fezolinetanto)</strong>, um medicamento inovador que reduz os fogachos da menopausa <strong>sem utilizar hormônios</strong>. A novidade representa um avanço importante, especialmente para mulheres que tiveram câncer de mama hormônio-dependente e fazem uso de medicamentos como o anastrozol, letrozol ou exemestano.</p>
<h2>Por que os calores acontecem?</h2>
<p>Os famosos fogachos, também conhecidos como ondas de calor, surgem porque a queda do estrogênio interfere no funcionamento do hipotálamo, região do cérebro responsável por regular a temperatura corporal.</p>
<p>O resultado pode ser bastante desconfortável:</p>
<ul>
<li>ondas intensas de calor;</li>
<li>suor excessivo, principalmente durante a noite;</li>
<li>dificuldade para dormir;</li>
<li>despertares frequentes;</li>
<li>cansaço durante o dia;</li>
<li>piora da qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>Para muitas mulheres, esses sintomas persistem por anos e podem ser ainda mais intensos quando a menopausa é induzida pelo tratamento contra o câncer.</p>
<h2>Como o novo medicamento funciona?</h2>
<p>O diferencial do fezolinetanto é justamente não agir sobre os hormônios.</p>
<p>Em vez de repor estrogênio, ele atua diretamente no cérebro, bloqueando os receptores chamados <strong>NK3</strong>, envolvidos no mecanismo que desencadeia os fogachos.</p>
<p>Na prática, ele ajuda o organismo a recuperar o controle da temperatura corporal sem alterar os níveis hormonais.</p>
<p>Isso faz do medicamento uma alternativa promissora para mulheres que não podem fazer reposição hormonal.</p>
<h2>O que os estudos mostraram?</h2>
<p>Os estudos clínicos demonstraram resultados bastante animadores.</p>
<p>As pacientes apresentaram redução significativa tanto da frequência quanto da intensidade dos fogachos, além de melhora na qualidade do sono e no bem-estar geral.</p>
<p>Muitas mulheres perceberam melhora já nas primeiras semanas de tratamento.</p>
<h2>E quem teve câncer de mama pode usar?</h2>
<p>Essa é justamente uma das maiores expectativas em relação ao novo medicamento.</p>
<p>Embora ele não contenha hormônios, a indicação para mulheres que tiveram câncer de mama deve sempre ser individualizada e discutida com o oncologista.</p>
<p>Especialistas consideram o fezolinetanto uma alternativa muito promissora para pacientes que convivem diariamente com os efeitos da menopausa induzida pelo tratamento oncológico, e estudos específicos nessa população continuam em andamento.</p>
<h2>Existem cuidados?</h2>
<p>Como qualquer medicamento, o fezolinetanto também exige acompanhamento médico.</p>
<p>O principal cuidado está relacionado ao fígado. Antes do início do tratamento, normalmente são solicitados exames de função hepática, que podem ser repetidos nos primeiros meses para garantir a segurança da paciente.</p>
<h2>Uma conquista para a qualidade de vida</h2>
<p>Os avanços no tratamento do câncer permitiram que cada vez mais mulheres superassem a doença e retomassem suas vidas. Agora, o desafio também é garantir qualidade de vida durante essa nova fase.</p>
<p>A chegada de um medicamento não hormonal para controlar os calores da menopausa representa exatamente isso: um cuidado que vai além da cura, olhando para o conforto, o sono, o bem-estar e a dignidade de quem já enfrentou uma longa jornada.</p>
<p>Para muitas mulheres, essa aprovação significa algo simples, mas extremamente valioso: a possibilidade de dormir melhor, trabalhar com mais disposição, sentir-se confortável novamente e viver essa etapa da vida com mais tranquilidade.</p>
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		<title>Prosperidade: Escolher Melhor, Não Ter Mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Márcia Lasmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prosperidade]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em uma época que associa prosperidade ao acúmulo. Mais dinheiro, mais bens, mais conquistas. Mas a verdadeira prosperidade talvez tenha muito menos a ver com quanto se ganha e muito mais com as escolhas que fazemos todos os dias. Prosperidade não é sobre ter mais. É sobre escolher melhor....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="49" data-end="286">Vivemos em uma época que associa prosperidade ao acúmulo. Mais dinheiro, mais bens, mais conquistas. Mas a verdadeira prosperidade talvez tenha muito menos a ver com quanto se ganha e muito mais com as escolhas que fazemos todos os dias.</p>
<p data-start="288" data-end="347">Prosperidade não é sobre ter mais. É sobre escolher melhor.</p>
<p data-start="349" data-end="621">É entender qual é o seu suficiente. Qual é o padrão de vida que realmente faz sentido para você. Quais gastos trazem valor genuíno e quais servem apenas para preencher vazios emocionais, atender expectativas externas ou sustentar uma imagem que não representa quem você é.</p>
<p data-start="623" data-end="859">Por isso, a relação entre prosperidade e renda não é tão simples quanto parece. Existem pessoas que ganham muito e vivem permanentemente endividadas. Outras ganham menos, mas desfrutam de tranquilidade financeira, liberdade e segurança.</p>
<p data-start="861" data-end="911">A diferença quase nunca está apenas na matemática.</p>
<p data-start="913" data-end="942">Está no comportamento humano.</p>
<p data-start="944" data-end="1275">Diversos estudos em psicologia econômica mostram que nossas decisões financeiras são profundamente influenciadas pelas emoções. Compramos para aliviar ansiedade. Gastamos para sermos aceitos. Consumimos para compensar frustrações. Buscamos recompensas imediatas quando estamos cansados, inseguros ou emocionalmente sobrecarregados.</p>
<p data-start="1277" data-end="1375">Muitas vezes, o cartão de crédito não revela um problema financeiro. Revela um problema emocional.</p>
<p data-start="1377" data-end="1463">A dívida frequentemente nasce da tentativa de resolver sentimentos através do consumo.</p>
<p data-start="1465" data-end="1733">Por trás de uma compra impulsiva pode existir a necessidade de pertencimento. Por trás do excesso de gastos pode existir a busca por reconhecimento. Por trás da dificuldade de poupar pode existir o medo do futuro ou a crença de que não somos merecedores de abundância.</p>
<p data-start="1735" data-end="1963">Não é raro encontrar pessoas que aumentam a renda e continuam enfrentando os mesmos problemas financeiros. Isso acontece porque a prosperidade não depende apenas do dinheiro que entra, mas da consciência com que ele é utilizado.</p>
<p data-start="1965" data-end="2015">Dinheiro amplifica comportamentos. Não os corrige.</p>
<p data-start="2017" data-end="2060">Por isso, prosperar exige autoconhecimento.</p>
<p data-start="2062" data-end="2247">Exige compreender quais emoções influenciam suas decisões, quais crenças herdadas moldam sua relação com o dinheiro e quais escolhas estão aproximando você da vida que deseja construir.</p>
<p data-start="2249" data-end="2346">A verdadeira prosperidade acontece quando existe alinhamento entre recursos, valores e propósito.</p>
<p data-start="2348" data-end="2415">Quando o dinheiro deixa de ser um fim e passa a ser uma ferramenta.</p>
<p data-start="2417" data-end="2526">Quando aprendemos a gastar com intenção, investir com sabedoria e viver com menos comparação e mais presença.</p>
<p data-start="2528" data-end="2571">Talvez a pergunta mais importante não seja:</p>
<p data-start="2573" data-end="2600">&#8220;Quanto eu preciso ganhar?&#8221;</p>
<p data-start="2602" data-end="2610">Mas sim:</p>
<p data-start="2612" data-end="2648">&#8220;Que vida eu realmente quero viver?&#8221;</p>
<p data-start="2650" data-end="2697">Porque prosperidade não é acumular sem limites.</p>
<p data-start="2699" data-end="2737">É construir uma vida que faça sentido.</p>
<p data-start="2739" data-end="2823">E, muitas vezes, ela começa no momento em que percebemos que não precisamos de mais.</p>
<p data-start="2825" data-end="2854" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Precisamos escolher melhor.</p>
<p>The post <a href="https://marcialasmar.com.br/prosperidade-escolher-melhor-nao-ter-mais/">Prosperidade: Escolher Melhor, Não Ter Mais</a> appeared first on <a href="https://marcialasmar.com.br">Márcia Lasmar</a>.</p>
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